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Paisagismo e suas múltiplas competências



O destaque do Arquiteto com especialização em paisagismo, na hora de projetar um jardim ou uma área comum de um condomínio, está na estética. Ou seja, ele consegue transformar um simples jardim num projeto paisagístico com construções de pergolados, bancos, decks, projeto luminotécnico, áreas de relaxamento, espaços para caminhadas e outros elementos fundamentais para unir o design com a natureza.

O arquiteto é um artista que consegue transformar um espaço vazio, num espaço harmonioso, agradável com uma arquitetura ideal para a convivência e para contemplar a natureza. Para um arquiteto paisagista, tornar o espaço mais aconchegante é primordial, pois ajuda na qualidade de vida dos seres humanos, reduz o estresse do dia a dia e deixa os projetos ainda mais elegantes e belos.

“No paisagismo, o arquiteto pensa no meio ambiente como um espaço completo, considerando as diferentes funções e atividades que o local abrigará e a infraestrutura necessária. Ele estabelece as áreas de vegetação, de circulação, de lazer, de estar e contemplação; projeta decks e pergolados, mobiliário específico e a iluminação, entre outros elementos, com ênfase no bem-estar do usuário e na qualificação dos espaços”, detalha a arquiteta argentina Yael Gossis, radicada em Florianópolis (SC) há 3 anos.  Contudo, complementa, o “mundo das plantas” é muito complexo e exige conhecimento específico. “Elas são seres vivos, com características muito especiais em cada espécie”, pontua Yael, formada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Nacional de La Plata (UNLP), uma das mais prestigiadas da Argentina, e com pós-graduação em Paisagismo.

Com experiência internacional em projetos de diferentes escalas, de residenciais a arborização urbana, Yael defende o trabalho multidisciplinar e colaborativo na criação de praças, parques e jardins. “Cursei pós-graduação em Paisagismo na faculdade de Agronomia. Não por acaso, um dos requisitos era de que a turma fosse formada por arquitetos e agrônomos, na proporção de 50% cada”, conta. Para ela, essa integração de competências é o que garantirá a eficiência do projeto. “Precisamos fortalecer nossa identidade como paisagistas e aprender a trabalhar de forma colaborativa. Quando há união de conhecimento, o resultado é surpreendente”, reforça.

A topografia do lugar, as espécies nativas e as características climáticas de cada região, considerando temperatura, umidade e índice de chuvas, são fatores a serem estudados previamente no planejamento do projeto paisagístico. “É por isso que sempre consulto especialistas em meus projetos, principalmente para a definição das plantas que irão compor o espaço”, afirma Yael, que assina projetos de Arquitetura Paisagística na Austrália, Estados Unidos, Andorra, Suécia, Argentina e no Brasil, países com características geográficas e climáticas bastante peculiares.   A experiência internacional demonstra a capacidade de trabalhar e aprimorar uma variedade de estilos diferenciados e exclusivos


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Yael Gossis Arquitetura e Paisagismo